Absolutamente tudo sobre algumas coisas…

08/12/2008

Crer para ver

Filed under: Uncategorized — pauljazz @ 10:20

Existe pessoas que não acreditam em nada, existe outras que creêm em tudo, até em gato preto atravessando a rua ser um mau-agouro.

Mas até onde vai a sua crença e até onde ela é importante para sua sobrevivência?

Eu acredito em Deus, de todas as formas que a Bíblia diz e acharia a vida muito chata se Ele não existisse para mim ou meus amigos.

Muitas pessoas que são céticas, acreditam em si mesmo, suas pespectivas são baseadas naquilo que fazem hoje para que em seu futuro possam atingir seus objetivos traçados. Seus objetivos serão alcançados somente se eles forem capazes, somente se forem eficientes, isto é, seu futuro depende de si mesmo e de mais ninguém, entidade alguma, religião nenhuma e ainda criticam aqueles que o fazem. São as pessoas do “VER PARA CRER”.

Se você não se esforçar não vai conseguir, é o que pregam os palestrantes motivacionais, aqueles que vem até a sua Empresa contratados por elas para motivar seus antigos funcionários para que trabalhem melhor.

Esse é parte de meu ponto de vista: “CRER PARA VER”.

Se você não se esforçar, Deus não vai te ajudar, se você não estudar, Ele não vai fazer você ir bem na prova do vestibular só porque você pe uma boa pessoa, afinal de contas quantos outros perderam noites de sono, pagaram cursinho e estudaram muito para conseguir aquele feito. Isso seria injusto.

Nisso se baseia o que é base para o mundo, acreditar nas pessoas e confiar nelas, mas primeiro em Deus.

Jesus deixou dois mandamentos: “Amar a Deus sobre todas as coisas, de todo o seu coração e de todo o seu sentimento” e “amar ao próximo como a si mesmo”.

Desses dois mandamentos dá para tirar duas coisas, mas as principais que me chamam a atenção são: “Confiar em Deus, seja o que aconteça na sua vida” e ” Confiar em si mesmo, pois se você confia nas outras pessoas, deve primeiro confiar em si”.

Se você partir dessas duas premissas, irá bem, suas oportunidades aparecerão e não deixará passar e confiando, se esforçando toda a ajuda virá.

Não sei em qual Deus você acredita e posso dizer que eu tenho o meu em Quem creio.

Vou me esforçar para vencer, alcançar meus objetivos, atingir minhas metas, mas antes de tudo tenho que crer que posso e se Deus está comigo, posso mais ainda.

Creio em Deus e creio em mim, e creio muito nas pessoas que me rodeiam, minha esposa, meu filho de apenas 4 meses, meus cunhados, pais, sogros, parentes de todas as gerações, amigos e colegas de trabalho e todos que passam por mim no metrô, no ônibus e na rua.

Creio que a Humanidade tem jeito e é desse jeito que quero enxergar o mundo, mesmo que para muitos seja irreal, mesmo que muitos não acreditem, me deixem acreditar, afinal, nossa vida é tão breve e tão passageira e o que seria dela se tudo desse errado ou vissemos pelo lado negativo das coisas, mas isso é assunto para outro post.

Creiam em si e em mim, vamos enxergar o mundo do modo que eu o vejo e veremos um mundo mais feliz.

Um abraço a todos…

Paulinho

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15/01/2008

A ilha dos Sentimentos

Filed under: alegria,felicidade,sentimentos — pauljazz @ 13:08

Existe estórias que nos fazem parar para pensar, e refletir na nossa vida, não só no que já passou, no que está acontecendo, mas também no que virá a surgir. São influências, sentimentos materiais que vão nos mudando a cada dia, mas nada muda o amor, e ele sempre continua amor, incondicional, sem desconfiança, sem se alterar.

Incondicional, porque não é porque não sou amado, que eu não posso amar. Sem desconfiança porque quem ama não suspeita mal do amado. Sem se alterar porque quem ama não se irrita com o amado, e nem muda de pessoa para amar. Aquele ou aquela que se encaixar nessas três partes realmente tem amor, senão nunca amou e dificilmente irá amar.

Podemos amar a amigos, parentes, pais, pessoas que nem conhecemos, nossos namorados e namoradas e esposos e esposas. Mas quando o amor é ferido é difícil continuar amando, sei disso por que já aconteceu comigo, e, só uma única coisa pode curar o amor ferido.

Esta estória mostra bem isso, prestem muita atenção:

*Existe uma ilha onde todos os sentimentos convivem entre si, os bons e os maus, e andam por lá, e cada um construiu, de uma forma ou de outra, suas casa, suas moradas.

A Alegria construiu uma casa sólida, com os sorrisos das pessoas do mundo inteiro, mas estava contaminada, pois muitos sorrisos eram falsos, ou de algum sentimento ruim.
A casa da Tristeza era mais sólida, porque ela conhecia as dificuldades do mundo e sua realidade, era mais realista.
A casa da Avareza era um palacete, mas ninguém entrava lá porque ela não queira.
A casa do Ciúme era escura, feia, medonha, parecia coisa de filme de terror, porque ele não cuidava da sua casa, e queria sempre que possível atazanar a vida dos outros sentimentos, principalmente o Amor, que sempre procurava ter paz com todos, andar de bem.
Sua casa era linda, toda cheia de flores e plantas, cuidava de seus animaizinhos com muito carinho.

Todos, como disse, viviam bem, se conheciam e muitos se evitavam para não entrarem em choque, em atrito.

Mas naquele dia tudo estava saindo ruim, não tinha sol, os pássaros não cantavam, as borboletas não estavam nas flores da frente da casa do Amor.
E de repente começou uma chuva muito forte e começou a inundar a Ilha e todos os moradores procuraram um jeito de escapar, pegaram seus barcos, e começaram a remar para fugir para um lugar mais alto.

Mas o amor não estava em sua casa e não deu tempo para que ele pegasse seu barquinho. Então começou a olhar desesperado para os lados, procurando um socorro, quando viu a Amizade e o seu barco, pediu auxílio, mas ela estava socorrendo outros Sentimentos, e não podia subir mais ninguém senão o barco afundava.

A água subia mais, quando viu a Avareza e o seu barco velho, pois era muito mão-fechada para comprar um iate de luxo, ela não deixou ele entrar. O Ciúme e a Inveja estavam juntos no mesmo barco, e era tão pequeno que não deixaram-no subir. A Alegria via tudo e ria demais, a ponto de não enxergar o amor, a Tristeza era o contrário, chorava muito, pois depois da chuva, teria que mobiliar a casa toda novamente. A Preguiça passou dormindo no barco junto com a Ociosidade. E água já estava a ponto de não dar pé mais para o amor.

Aquele que pregava a união de todos os sentimentos, e era tratado bem pela maioria, estava sendo desprezado por eles.

O Amor acabou se abrigando no alto de sua casa, mas a água subiu tanto que o pegou ali, tentou fugir, mas não deu. Acabou se afogando.

Perdeu os sentidos e ficou boiando naquela enchente, quando de repente aparece um barco com uma pessoa só nele, essa pessoa não parecia ser dali, estava com um grande capa de chuva e não podiam ver seu rosto, ela pega o Amor e o coloca dentro de seu barco, mas quem era essa pessoa?

Depois que a chuva parou, e a água baixou, todos voltaram para suas casas, para reconstruí-las, mas e o amor teria morrido? Sem ele ninguém poderia viver.

Aquele que salvou o amor o levou para um lugar de ventos frescos e ar puro, fez respiração boca-a-boca deu murros no peito, mas nada parecia adiantar, ele tinha bebido muita água. O Amor estava morrendo…

Mas o Salvador do Amor não perdeu suas esperanças, colocando sua cabeça em seu colo olhou para o céu, e orou chorando para que o amor não morresse. Suas lágrimas tocaram o coração de Deus, o criador de todos os sentimentos, e Ele lhe devolveu a vida.

A grande maioria se alegrou, pois o Amor voltara e com toda sua força e vigor, parecia que tinha nascido de novo, estava pronto para outra…

Os outros sentimentos se conformaram, de uma maneira ou de outra, porque os sentimentos ruins não gostavam do Amor. Mas tinha um ali que o salvou e nó não nos esquecemos dele, pois foi graças a sua oração que Deus devolveu a vida ao Amor.

Quando o Amor cuspiu toda aquela água que estava no seu interior, viu o sol brilhando novamente, parecia realmente tudo novo, se viu no colo de um desconhecido, e perguntou-lhe o nome, e este o respondeu: Eu sou o Tempo.

A ilha é o nosso coração, e quando ela se inunda das coisas terrenas, fazendo com que nós quase pereçamos, querendo acabar com o nosso amor, só o Tempo pode recupera-lo, pois só o Tempo o conhece como Deus o conhece.

O Tempo é um ministro de Deus, e também é Onipresente e Onisciente, mas não Onipotente, pois ele só perde para a eternidade que é de Deus.

Se seu coração foi machucado, espere o quanto for necessário e o Tempo fará com que nasça não só um novo amor, mas um amor mais forte e mais dedicado.

Aproveite tudo o que puder dos sentimentos bons, mas lembre-se:

O AMOR É O MAIS NOBRE SENTIMENTO DE TODOS.


*Autor desconhecido – Adaptação por Paulinho.

12/12/2007

Razão de Viver!

Filed under: Uncategorized — pauljazz @ 13:04

Muitas vezes um namorado diz para sua amada que ela é sua razão de viver, que sem ela, a vida dele não é nada, que não imagina o futuro sem ela. Mas basta uma briga mais feroz para aquela razão de viver se transformar e mudar tudo, seu futuro, sua vida, seus relacionamentos com os mais próximos e até mesmo seu desempenho como profissional e/ou como estudante. A razão de viver não faz mais parte da vida dele, mas e como ele vai se virar? Como vai aguentar?

Oras, ele vai procurar outras razões de vida, outras coisas a se fazer passado o baque inicial dessa separação, que relatamos ser de um casal de namorados, mas poderia ser parentes, casados, irmãos, o que quer que seja. E essa separação poderia não ter sido uma briga, onde muitos vendo a pessoa desconsolada dizem que em breve vão se acertar que ele(a) verá a burrada que fez e voltará para pedir perdão. Essa separação poderia ser da própria vida, uma morte repentina!

Quer algo para quebrar mais a alma do que uma separação dessas? Não existe!
Uma pessoa que você vê todos os dias, quando quiser, de repente não se vê mais, procura-se e não se encontra. Não pertence mais ao nosso mundo e sim a outro, seja lá o que você acreditar.

Mas se sua razão de viver foi-se embora, não existe mais, não há motivos para desistir de tudo. Há um mundo cheio de possibilidades lá fora. Saia de casa! Troque de roupa! Vamos viver!

Quantos estão hospitalizados e com doenças mortais, mas não deixam de exibir um sorriso no rosto, um abraço sincero, transmitindo o que têem dentro do coração: “Razão de viver!”

Razão de viver não é uma pessoa ou uma coisa material. Razão de viver é um objeto dentro de sua alma que não te deixa morrer, não te deixa parar, não te deixa desanimar. Embora haja motivos o suficiente para desistir de tudo e de todos, para fugir para bem longe, olhe para dentro de si e veja que tens motivos maiores para viver essa sua vidinha que você chama de medíocre, mas você não quer desistir dela.

Isso mesmo, não desista, viva, mude de emprego, mude de cidade, mas nunca fuja do que você é e do que será. A vida está dentro de você e bomba através dos seus sentimentos.

Espere passar o que você sente agora e o tempo te dirá que o que aconteceu hoje não é nada comparado ao brilho do seu futuro.

Abraços pessoal…

01/11/2007

A dor de um passarinho

Filed under: bird,Japão,morte,pássaro — pauljazz @ 14:54

A dor de um Passarinho

A Morte – A Dor de uma Perda
Foi num dia comum no Japão e numa praça esse acontecido.
Nessa primeira foto, não se sabe como o pássaro morreu.
Estava ali no asfalto inerte, aquele corpinho sem vida e sem seu canto.
Seria um fato corriqueiro, mas o fotografo fez a grande diferença.

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A Solidariedade
Talvez até por intuição, segundo o relato do fotógrafo essa ave que chama o companheiro já sem vida, permaneceu durante o dia todo pousada próximo à ave morta parecendo pedir algo.
Pulava de galho em galho sem temer os que se aproximavam até chegar bem próximo ao fotógrafo.

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A Solicitação

E cantou num tom triste. O homem imaginou que ela pedia algo.
Ela voou até o corpinho, posou como querendo levantá-lo e alçou vôo até um jardim próximo.
E o homem entendeu.
Foi ao meio da rua, retirou a ave morta e colocou no canteiro indicado.
Só então a ave solidária levantou vôo e atrás dela todo o bando.

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A Despedida.
Num olhar triste tendo a consciência do companheiro morto, como num último gesto de respeito e talvez até devoção a ave permanece alguns segundos junto ao corpinho antes dele ser retirado da rua para o jardim, a seu pedido.

A foto traduz a eloqüência dos fatos, a essência do entender sem nada precisar pronunciar.

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Uma Questão de Amor & Carinho.

Num ato emocionante todo o bando segundo o relato de testemunhas, com dezenas de aves sobrevoaram o corpinho do companheiro morto antes de partirem.

Um grito de dor e lamento
Aquela ave que fez toda a cerimônia de despedida, quando o bando já ia alto, inesperadamente, só ela voltou ao corpo e num grito de não aceitação da morte, ainda tenta chamar o companheiro à vida ou uma despedida de amor e carinho como quase não mais existe entre os homens racionais aqui da terra.

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Isso é emocionante…sem comentários…

Abraços a todos…

31/10/2007

Não perca tempo…

Filed under: Uncategorized — pauljazz @ 14:08
Quando éramos crianças, não importa qual época foi sua infância, vivíamos sem preocupações, víamos nossos pais, parentes, correrem para lá e para cá. Mas todo mundo se via com mais freqüência do que hoje, parece que o mundo “girava mais devagar”, as pessoas, os vizinhos, amigos eram mais próximos, faziam mais coisas em conjunto. Homens saiam para pescar, famílias saiam para passear. Parece que o tempo não passava naquela época.

Será que é porque éramos crianças? Será que o tempo, sem colocar aqui teorias de Eistein, é relativo até para o tamanho de nosso ser, nossa idade?

Se analisarmos o hoje, veremos quanto tempo se perde de condução de um ponto a outro dentro de uma grande cidade, pessoas saindo de seus trabalhos as 17h e chegando em casa (se forem direto) lá pelas 19h, ou seja, 2 horas de perda de tempo, e o que fez nesse intervalo? Leu um livro, olhou do lado, ouviu música.

O cérebro fica, então, condicionado a isso: “Àquela determinada hora do dia vou parar para uma atividade única e não vou prestar atenção ao tempo”

Esse é o ponto, você perdeu aquele tempo ouvindo música, lendo, conversando. Não me julguem quem diz que ler um livro não é perda de tempo, mas se fossemos pensar, o que iríamos fazer naquele momento? Nada? Não.

Tinhamos que fazer e fizemos, já que seria de qualquer maneira um tempo perdido, mas eu te pergunto: E o percurso, o trajeto que foi feito desde a sua saída até a chegada? O que aconteceu? Muuuuuuiiiiiitas coisas, e você simplesmente deixou passar.

Deixou passar a beleza e uma pessoa, o sorriso de uma criança, o olhar inocente de um bebê, a tristeza da vida na pobreza, a vontade que dá de ajudar os mais necessitados, o homem que tropeçou na calçada, o jeito estranho de um sujeito se vestir, o caminhar alegre de um jovem ao encontro de sua namorada e muitas outras coisas.

Você perdeu tempo ouvindo música, lendo e não prestou atenção ao seu redor, que pessoas existem, precisam de ajuda e estão ali para te ajudar sempre.

Mas você não perdeu só o tempo, porque hoje ele anda mais rápido, por mais incrível que pareça. Crescemos e o tempo aumentou sua rapidez, ou seja, nossos compromissos são maiores em relação ao que éramos antes, ao que aproveitávamos antes, isto é, temos mais coisas para fazer do que tínhamos a anos atrás, quando mais jovens. Daí a impressão de tempo corrido, que não conseguimos mais tempo para ficar com os amigos, parentes e chegados.

Mas em compensação, se o tempo passa mais rápido, o espaço demora a passar. Então aproveite os poucos momentos da sua vida, ligue mais para as pessoas que ama, converse mais com estranhos, ajude e deixe-se ajudar, preste atenção ao seu redor, no que acontece diante de sua face e veras que a vida, apesar de não ser um mar de rosas, é feita para ser vivida e bem vivida.

Não dê tempo ao tempo, senão ele acaba te engolindo e você não faz nada, nem o que deveria fazer.

Viva o tempo que der, o tanto que puder, o mais intenso que for pela distancia que conseguir e verás que tudo terá mais sentido do que tem hoje.

Abraços a todos…

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